viernes, 2 de octubre de 2015

Irritado com Dilma, Maduro não vai a almoço do Mercosul



Presidente brasileira não autorizou participação de venezuelano em encontro bilateral com governante da Guiana
por Eliane Oliveira / Evandro Éboli
17/07/2015 16:23 / Atualizado 17/07/2015 18:27

BRASÍLIA — Irritado com o tratamento dispensado pela presidente Dilma Rousseff ao colega da Guiana, David Granger, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, saiu mais cedo da reunião de cúpula de chefes de Estado do Mercosul. A delegação venezuelana abandonou o almoço que seria oferecido pela anfitriã, nesta sexta-feira, após ouvir as declarações de Granger a respeito do que ele chamou de provocações de Caracas, que disputa com o país caribenho uma área fronteiriça denominada Esequibo.

Dilma e Maduro: sem almoço - WENDERSON ARAUJO / AFP
Tudo começou quando Dilma recebia David Granger em um encontro bilateral, momentos antes da reunião de cúpula. Maduro chegou mais cedo e tentou participar da conversa. A presidente brasileira, porém, não autorizou sua entrada.
Durante o encontro entre Dilma e Granger, o presidente da Guiana pediu apoio do Brasil para mediar uma solução pacífica. Dilma aceitou. Mais tarde, enquanto o venezuelano evitou mencionar o assunto no discurso que fez na reunião de cúpula, Granger, que falou depois do venezuelano, fez questão de citar o conflito.
— O mundo inteiro já reconhece nossas fronteiras. A Guiana foi obstruída dentro do desenvolvimento de seu próprio território. Nossos vizinhos expulsaram uma de nossas embarcações petroleiras e nossa economia tem sido paralisada. Já temos provocações incansáveis há muitos anos — disse o presidente da Guiana.
Esequibo é uma zona marítima onde a americana Exxon Mobil descobriu uma importante reserva de petróleo. A expectativa é que Maduro, que participará da reunião de cúpula de presidentes do Mercosul, também converse sobre o tema com Dilma.
Estima-se que o projeto de exploração da Exxon ocorrerá em uma área, terrestre e marítima, de 159.500 quilômetros quadrados. A soberania do lugar é reclamada por Guiana e Venezuela. A fronteira entre os dois países foi delimitada no fim do século XIX.


2005 La Guayana Esequiba – Zona en Reclamación. Instituto Geográfico Simón Bolívar  Primera Edición

Nota del editor del blog:

Al referenciarse a la República Cooperativa de Guyana se deben de tener en cuenta los 159.500Km2, de territorios ubicados al oeste del río Esequibo conocidos con el nombre de Guayana Esequiba o Zona en Reclamación sujetos al Acuerdo de Ginebra del 17 de febrero de 1966.

Territorios estos sobre los cuales el Gobierno Venezolano en representación de la Nación venezolana se reservo sus derechos sobre los territorios de la Guayana Esequiba en su nota del 26 de mayo de 1966 al reconocerse al nuevo Estado de Guyana:

“...por lo tanto, Venezuela reconoce como territorio del nuevo Estado, el que se sitúa al este de la margen derecha del río Esequibo y reitera ante la comunidad internacional, que se reserva expresamente sus derechos de soberanía territorial sobre la zona que se encuentra en la margen izquierda del precitado río; en consecuencia, el territorio de la Guayana Esequiba sobre el cual Venezuela se reserva expresamente sus derechos soberanos, limita al Este con el nuevo Estado de Guyana, a través de la línea del río Esequibo, tomando éste desde su nacimiento hasta su desembocadura en el Océano Atlántico...”


LA GUAYANA ESEQUIBA

http://laguayanaesequiba.blogspot.com/2008/01/la-guayana-esequiba.html



Terminología sobre cómo referenciar la Zona en Reclamación-Guayana Esequiba.




Mapa que señala el Espacio de Soberanía Marítima Venezolana que se reserva, como Mar Territorial mediante el Decreto Presidencial No 1152 del 09 de Julio de 1968